LINT Maia 2025

Estive no passado dia 9 de Novembro no LINT Maia, um festival internacional de literatura organizado pela Editorial Divergência com o apoio da CM Maia, cujo país convidado foi a Ucrânia.

Este festival surgiu no contexto de um projeto financiado europeu que promove o intercâmbio entre pequenas editoras de língua não inglesa na Europa, em particular Portugal, Ucrânia e Finlândia.

Tive o prazer de participar na oficina de escrita “Quando a história do Douro se escreve no mundo inteiro”, com AMP Rodriguez do qual resultou uma entrada para a enciclopédia de História Alternativa Winepunk sobre a influência da tecnologia vínica da Monarquia do Norte sobre a Cosa Nostra Americana. Podem ler aqui.

Da parte da tarde, estive na apresentação do livro «Winepunk Ano1» e «Winepunk ano 2», com os meus colegas de escrita A.M. Catarino, Jorge Palinhos, Filipe Cruz e João Ventura, onde aprendi que traumatizei muita gente com o final do meu conto no Winepunk – Ano 1. É sinal de um trabalho bem feito. Muahhaha!

E antes de ir embora, tive ainda a oportunidade de ter uma conversa muito interessante com uma das editoras da Osuuskumma (Finlândia) e ver a tradução do Winepunk – Ano 1, para Finlandês. É uma sensação estranha, mas muito satisfatória, vermos o que escrevermos numa língua que não compreendemos. É uma ponte que se abre na direção de leitores que, de outra maneira, nunca teríamos hipótese de chegar.

Deixe um comentário