Setembro é conhecido como o período de reentré literária e, posso dizer, o meu setembro de 2025 viveu ao nível da sua fama.

Começou no dia 13 de Setembro com uma agradável conversa no Festival Vapor 2025, no belíssimo Museu Nacional Ferroviário, no Entroncamento, a convite da Divergência com o meu colega autor Nuno Amaral Jorge.
Após alguns autógrafos ainda deu para visitar o Festival Vapor do qual fiquei fã e hei de voltar para o ano que vem, mas com mais tempo.

No dia seguinte, 14 de Setembro, foi a vez de rumar ao Motelx 2025 e aproveitar para ver uma sessão de curtas nacionais.
Entretanto, já tudo se prepava no lounge para o lançamento d’Os Melhores Contos da Fábrica do Terror – Vol. 3 onde tenho um conto sobre gatinhos fofinhos e inocentes (nope!).
Esta é uma antologia com mais de 60 autores e reúne contos que foram sendo publicados no site da Fábrica do Terror ao longo de 2024. Na apresentação estavam quase metade da totalidade dos autores, o que se traduziu numa espécie de caça-ao-tesouro, mas versão autógrafos.
Discretamente, saiu ainda a nova edição do Proxy, uma antologia cyberpunk, originalmente lançada em 2016, onde podem encontrar o meu conto “O Pecado da Carne” que inaugura o que eu chamo na minha ficção de “apple-store” cyberpunk: um futuro limpo, branco, esterilizado, fisicamente saudável, mas com toda a miséria, corrupção e controlo corporativo que o cyberpunk nos habituou.
