
Está a partir de hoje disponível de novo nas livrarias o meu romance Anjos.
Escrito em 2014 e vencedor da primeira edição do Prémio António de Macedo (na altura ainda Prémio Divergência) este é o único romance que publiquei até à data.
Esta edição mantém o texto original, excepto alguns erros tipográficos que foram corrigidos, apresentando um pequeno prefácio e uma nova capa.
Esta é uma história de ficção científica utópica passado num Portugal ecológico, tecnológico, livre, reconstruído sobre os escombros de um terramoto ainda maior que o de 1755, por muitos considerado o primeiro romance solarpunk português.
A informação é mais preciosa do que nunca. A mais delicada e desejada não pode correr o risco de circular pela omnipresente Internet — tem de voar sobre ela, nas mãos inefáveis daqueles que se auto-intitulam de Anjos. Mas nem eles estão seguros, agora que os seus inimigos sabem da terrível arma da qual são guardiões. Um engenho apenas possível no passado, capaz de inverter a balança do poder da nova cidade.
Um thriller de ritmo rápido que fala sobre inteligência artificial, biohacking, novos paradigmas de sustentabilidade e esperança num futuro melhor.